26
Nov 12
26
Nov 12

Mais de 86 mil estudantes do Superior já pediram bolsa este ano

Até hoje foram mais os de 86.500 estudantes das universidades e politécnicos públicos e privados que, este ano lectivo, pediram bolsa de estudo para continuar os estudos no Ensino Superior.

Destas candidaturas já foram aprovados 27.221 pedidos de apoio ao Estado, segundo os dados hoje publicados pela Direcção-Geral do Ensino Superior. 

Resultados que o ministério da Educação e Ciência diz não serem possíveis de comparar com os do ano passado, já que "houve alterações nas regras de candidaturas e na análise dos processos", explicou fonte oficial ao Diário Económico.

Dos 86.509 requerimentos submetidos aos serviços para apreciação, 40.185 obtiveram já decisão final, tendo sido rejeitados 12.964.

Os restantes estão dependentes de informação considerada "indispensável para análise técnica" ou em apreciação. Em fase de audiência de interessados estão, neste momento, 9.791 processos.

O ensino público absorve a grande maioria dos pedidos de bolsa (75.500).

A tutela explica ainda que, até Maio, os alunos podem apresentar candidatura a uma bolsa de estudo. No entanto, todos os estudantes que apresentarem a sua candidatura desde o final de Setembro não vão receber o valor deste apoio na sua totalidade, recebendo uma bolsa com um valor proporcional ao mês do ano lectivo.

Recorde-se que o parlamento aprovou há um mês uma recomendação ao Governo da maioria PSD-CDS/PP, a pedir "ajustamentos urgentes" na forma como são calculadas as bolsas no Ensino Superior, para que sejam tidos em conta os rendimentos reais das famílias.

O projecto de resolução conjunto, aprovado com os votos dos dois partidos e a abstenção do PCP, PS e PEV, recomenda ao Governo que instrua os serviços de Acção Social no sentido de aceitarem "requerimentos de reapreciação do valor da bolsa de estudo atribuída" e aceitem os cortes nos subsídios dos funcionários da Administração Pública como "alterações significativas" que podem determinar mudanças no valor atribuído às famílias.

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

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22
Nov 12

100 estudantes abandonam por dia o ensino superior

Várias centenas de estudantes universitários manifestaram-se, esta quinta-feira à tarde, em Lisboa, por mais financiamento e ação social. Mais de nove mil já perderam bolsa este ano e cerca de 100 abandonam diariamente o ensino superior, denunciaram dirigentes de associações académicas.


A estimativa é feita pelas 15 associações de estudantes que participaram na manifestação: cerca de 100 alunos abandonam diariamente o ensino. É uma realidade a que assistimos diariamente, repetem ao JN.

"Só vemos alunos a quererem desistir e a pedir aos professores para, pelo menos, os deixarem assistir às aulas", afirmou ao JN Inês Soares, da Associação de Estudantes da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.

Os estudantes entregaram um manifesto a deputados do PCP, do Bloco de Esquerda e à Comissão Parlamentar de Educação em que reivindicam a reposição do passe escolar, a revisão do regulamento de bolsas, mais financiamento para o setor e o fim dos aumentos consecutivos das propinas.

"Desde 2003 até este ano, as propinas já aumentaram 27%. Há passes que sofreram aumentos de 300%, subiram de 15 para mais de 50 euros", sublinhou André Pereira. De acordo com o dirigente da associação de estudantes do ISCTE, 23% dos pedidos de bolsa já foram indeferidos pela Direção-Geral do Ensino Superior (cerca de nove mil estudantes).

Os estudantes protestaram contra o regulamento de bolsas que só abrange "quem é pobre" e que exclui todos, cujos pais têm dívidas ao fisco e Segurança Social. A classe média abandona diariamente o ensino e os fundos de emergência social são insuficientes para os pedidos e até desconhecidos para a maioria dos estudantes, alertam.

 fonte:http://www.jn.pt/P


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22
Nov 12

Professores universitários podem ter aumentos salariais

A proposta de alteração ao OE para 2013 altera um artigo do documento do Governo que proíbe a valorização remuneratória.

A passagem dos assistentes para professores auxiliares e a valorização na carreira dos investigadores universitários pode ser acompanhada do respectivo aumento salarial. A proposta é do partido Os Verdes e vai ser aceite pelo PSD.

Na proposta que o PSD se prepara para aceitar, Os Verdes defendem que aquela proibição "não prejudica igualmente a concretização dos reposicionamentos remuneratórios respectivos decorrente da transição dos assistentes para a categoria de professor auxiliar, nos termos do Estatuto da Carreira Docente Universitária, dos trabalhadores com a categoria equiparada a professor-coordenador, professor-adjunto ou assistente para o regime de contrato de trabalho em funções públicas na modalidade de contrato por tempo indeterminado, nos termos do Estatuto da Carreira do Pessoal Docente do Ensino Superior Politécnico e dos assistentes de investigação científica na categoria de investigador auxiliar, nos termos do Estatuto da Carreira de Investigação Científica".

O PSD quer com esta aceitação dar um sinal de abertura, contrariando "um pouco" o tom do debate que se está a realizar no Parlamento, sublinhou o deputado social-democrata Emídio Guerreiro.

 fonte:http://economico.sapo.pt/

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20
Nov 12

Portugal com 3.º pior desempenho da UE no abandono escolar precoce

 abandono escolar precoce em Portugal atingiu os 23,2% em 2011, o terceiro pior registo entre os Estados-membros da União Europeia (UE), apesar de ter recuado nos últimos anos, avançou esta terça-feira a Comissão Europeia.

De acordo com os dados hoje divulgados pelo Executivo comunitário no âmbito da apresentação da estratégia designada Repensar a Educação, o abandono escolar precoce “situa-se em níveis inaceitavelmente elevados em vários Estados-membros” da UE, com destaque para Malta (33,5%), Espanha (26,5%) e Portugal (23,2%), sendo a média da União a 27 de 13,5%.

No caso português, a Comissão Europeia afirma que, apesar de o abandono escolar precoce atingir um nível elevado, “o desempenho melhorou significativamente durante o período 2006-2011”, precisando que, em 2006, o abandono escolar precoce ascendia a 39,1%.

Bruxelas destaca também os “progressos significativos” feitos por Portugal ao nível do ensino superior, referindo que, apesar de o número de licenciados estar abaixo da média da UE (26,1% contra os 34,6%), praticamente duplicou desde 2006, altura em que se situava nos 18,4%. Já no que respeita à aprendizagem ao longo da vida, Portugal apresenta um desempenho superior à média da UE: 11,6% contra 8,9%.

A Comissão Europeia realça também a evolução registada ao nível da evolução das competências em Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), que afirma serem “consistentemente acima da média da UE”.

O Executivo comunitário nota ainda o facto de ter havido uma redução nas verbas para a educação devido à concretização do programa de assistência financeira acordado com atroika (Banco Central Europeu, Comissão Europeia e Fundo Monetário Internacional ) e aponta como prioridades para Portugal o ensino de línguas estrangeiras, a redução do abandono escolar precoce, a reestruturação do ensino secundário e a melhoria das competências básicas dos jovens estudantes.

Neste contexto, defende Bruxelas, “é fundamental que Portugal tire o melhor proveito possível das oportunidades oferecidas pela programação dos fundos estruturais para a modernização do sistema de educação e formação”.

fonte:http://www.publico.pt/E

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20
Nov 12

Um aluno custa ao Estado 4.011 euros por ano

Um aluno que frequenta uma escola pública, do básico ao secundário, em média, vai custar ao Estado 4.011 euros, por ano.

Um valor onde já está incluída a reposição do subsídio de Natal em 2013 e os cortes salariais, em média de 5%, aplicados a toda a Função Pública. Caso não fosse devolvido o subsídio de Natal aos funcionários públicos o custo médio por aluno iria ser menos 257 euros. Ou seja, um estudante iria representar para o Estado uma despesa de 3.754 euros anuais.

Estas são algumas das conclusões do estudo apresentado hoje à tarde pelo secretario de Estado do Ensino e da Administração Escolar, João Casanova de Almeida, que vai ter como base as alterações ao modelo de financiamento público para os colégios privados com contrato de associação.

Recorde-se que há cerca de um mês o Tribunal de Contas divulgou um relatório com dados referentes a 2009/2010 que indicam que o valor financiado por aluno (desde o 2º ciclo ao secundário) nos colégios privados com contrato de associação é, em média, 4.522 euros. Menos 126 euros do valor apurado para o ensino público que ascende aos 4.648 euros.

fonte:http://economico.sapo.pt/no

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08
Nov 12
08
Nov 12

Há mais de 10 mil alunos com fome nas escolas portuguesas

O secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar afirmou, esta quinta-feira, que há mais de 10 mil alunos com carências alimentares e que cerca de metade já come pequeno-almoço na escola.

Falando na Comissão Parlamentar de Orçamento, Finanças e Administração Pública, que, esta quinta-feira, discute o Orçamento de Estado para a Educação, João Casanova de Almeida afirmou que 5547 alunos já estão abrangidos pelo Programa Escolar de Reforço Alimentar.

João Casanova de Almeida afirmou que há cerca de 10.800 alunos referenciados como carenciados em 253 agrupamentos escolares em todo o país e que essa informação vai ser passada ao Banco Alimentar contra a Fome.

O objetivo, afirmou, é que também as famílias desses alunos possam ser auxiliadas com comida.

O programa de pequenos-almoços na escola arrancou em maio deste ano como projeto-piloto em 120 escolas, abrangendo cerca de 12 mil alunos e foi alargado no início do ano letivo 2012/2013 à generalidade das escolas que demonstraram ter alunos com necessidades.

fonte:http://www.jn.pt/

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07
Nov 12

Professores com horário zero poderão ser contratados para o sistema dual

O ministro da Economia garantiu hoje no Parlamento que os professores com horário zero poderão ser contratados para o sistema dual.

O ministro da Economia garantiu hoje que o sistema dual de aprendizagem é uma prioridade e que os professores com horário zero poderão ser redireccionados para esse regime. Santos Pereira afirmou, no Parlamento, que o objectivo é aumentar em 50%, este ano, o número de alunos neste regime (e triplicar até 2020) o que significa que serão necessários professores para cumprir essa meta. Santos Pereira referiu a existência de parcerias nesse sentido com o Instituto do Emprego e Formação Profissional.

 fonte:http://economico.sapo.pt/

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07
Nov 12

Reitores avisam que não vão ter dinheiro para salários a meio do ano

Universidades garantem que não têm capacidade para pagar totalidade dos salários em 2013 se o Governo não recuar na dimensão dos cortes.

Os reitores das universidades portuguesas dizem que não vão ter dinheiro para salários a meio do próximo ano, caso o Governo não recue nas medidas inscritas no OE/2013 e não reponha a totalidade das verbas para o pagamento dos subsídios de Natal.

Isto porque além do corte médio de 2,5% na transferência do Estado as universidades e politécnicos vão ver subir de 15% para 20% os encargos com os descontos para a Caixa Geral de Aposentações (CGA), que se traduz em cerca de quatro milhões de euros da dotação de cada universidade.

Além disso, os reitores garantem que a Direcção Geral de Finanças transferiu, em média, menos um milhão de euros para cada instituição face ao necessário para repor os subsídios de Natal. Contas feitas, a tutela de Vítor Gaspar não devolveu cerca de 15 milhões às universidades para uma despesa que no total ascende aos 66 milhões de euros. Contas feitas, em média as universidades vão sofrer um corte médio de 10% no seu orçamento, em relação ao ano passado.

O presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), António Rendas, acentuou que "a situação das universidades é muito grave", e sublinhou que a redução das dotações vai limitar "a capacidade de intervenção".

Em conferência de imprensa realizada no Conselho Nacional de Educação (CNE), depois de terem ido de manhã ao Parlamento e após uma reunião do CRUP com os presidentes dos Conselhos Gerais das universidades, António Rendas salientou que as instituições podem "chegar a meio do próximo ano, sem dinheiro para pagar salários".

Rendas referiu que os cortes terão "efeitos imprevisíveis e irreversíveis em todo o sistema universitário", notando que "o financiamento público das universidades já foi reduzido em 144 milhões de euros, entre 2005 e 2012, podendo este valor atingir os 200 milhões de euros, se o OE 2013 vier a ser aprovado sem alterações".

Para evitar o "iminente quadro de ruptura na rede universitária", como se refere em documento distribuído pela CRUP na conferência de imprensa, António Rendas manifestou uma total abertura para o diálogo com o ministério da Educação e o Governo, tendo decidido hoje solicitar, "com carácter de urgência", uma audiência ao Presidente da República.

 

fonte_:http://economico.sapo.pt/n

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05
Nov 12
05
Nov 12

Universidades com cursos gratuitos para desempregados

Projecto piloto já arrancou na Universidade Nova. Vai ser alargado e visa a requalificação dos licenciados sem emprego.

As universidades portuguesas vão arrancar com cursos gratuitos de gestão para licenciados desempregados com o objectivo de os requalificar e facilitar a sua integração no mercado de trabalho. O Governo escolheu a Nova School of Business and Economics para avançar com o projecto piloto, que arrancou na semana passada com uma turma de 50 alunos. E dentro de duas semanas começarão as aulas da próxima turma, igualmente de 50 alunos.

Pedro Silva Martins, secretário de Estado do Emprego, explicou ao Diário Económico que a iniciativa do Instituto de Emprego e Formação Profissional visa "dar maiores perspectivas de empregabilidade aos licenciados desempregados" e admitiu estar já em contacto com outras universidades para alargar a iniciativa. "Vão ter aulas sobre várias competências da gestão aplicada como negociação, marketing, contabilidade, etc. que lhes vai enriquecer o currículo", sublinha Pedro Silva Martins. E há aqui um outro aspecto muito importante, que é o de fazerem ‘networking'. "Numa situação de desemprego, é muito importante vencer o isolamento", diz ainda o secretário de Estado.

O curso dura duas semanas, em regime intensivo de oito, nove horas por dia. No final desse período, são seleccionados 25 alunos para fazerem mais uma semana dedicada ao empreendedorismo, onde farão um plano de negócio.

São candidatos a este tipo de curso todos os licenciados inscritos nos centros de emprego, neste caso da Região de Lisboa e Vale do Tejo, excepto os que têm formação em Gestão. E é dada particular atenção aos que tenham projectos de empreendedorismo, admite responsável do Governo.

Do lado da Nova SBE, o responsável pela formação de executivos, Nadim Habib, esclarece: "Vamos testar o ensino da gestão num segmento difícil. Os alunos são jovens e menos jovens, alguns desempregados há muito tempo, outros nem tanto, vêm de cursos tradicionalmente com mais desemprego: História, Antropologia, Filosofia, etc. Queremos ensiná-los a falar gestão, a entenderem como uma organização funciona, como o seu talento pode acrescentar valor, etc.".

A iniciativa insere-se na Medida Viva Activa na vertente de desempregados licenciados, que tem uma verba de quatro milhões de euros para requalificação de um universo até dez mil pessoas, que engloba não só estes cursos nas instituições de ensino superior como outras acções de formação nos centros de emprego.

"Vamos usar a nossa experiência na formação de executivos e tentar encontrar maneiras de activar o talento. Por vezes, aquilo que as pessoas são boas a fazer tem pouco a ver com a área de formação", frisa Nadim Habib.

Também o ISEG lançou, recentemente, um curso em parceria com o BNP Paribas para ajudar jovens à procura do primeiro emprego e desempregados a encontrar um lugar no mercado de trabalho no sector da banca.

Trabalho publicado na edição de 5 de Novembro de 2012 do Diário Económico

 

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04
Nov 12
04
Nov 12

Aprovadas dez mil bolsas no Ensino Superior, 3.500 rejeitadas

Quase dez mil pedidos de bolsas de estudo para o ensino superior foram deferidos e cerca de 3.500 rejeitados até 29 de Outubro.

Quase dez mil pedidos de bolsas de estudo para o ensino superior foram deferidos e cerca de 3.500 rejeitados até 29 de Outubro, numa altura em que estavam pendentes perto de 85 mil outras situações, indica uma informação oficial.

De acordo com a página de internet da Direcção-geral do Ensino Superior (DGES), até àquela data foram deferidos 9.884 pedidos e rejeitados 3.551.

Nos pedidos à espera de decisão, 59.288 tinham já a informação indispensável para a análise técnica e 25.429 ainda a aguardavam.

O 'site' da DGES contabiliza 73.985 requerimentos apresentados por candidatos a 34 estabelecimentos do ensino superior público e 10.732 feitos por inscritos em 120 estabelecimentos privados.

No ensino superior público, o maior número de pedidos e de deferimentos, 7.031 e 1.638 respectivamente, reporta-se à Universidade do Porto, enquanto no privado o Instituto Superior da Maia liderava os pedidos (1.367) e a concessão (194) de bolsas.

No ano lectivo transacto foram atribuídas 53.105 bolsas de estudo.

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

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