30
Jun 12

Professores universitários criticam redução da carga horária da Educação Física

Um conjunto de 26 professores catedráticos de todo o país enviaram uma carta ao ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, onde dizem que diminuição do número de horas de prática de exercício físico nas escolas terá consequências ao nível da obesidade infantil e aumentará os gastos com saúde.

Os docentes estranham a medida, numa altura em que vários estudos têm demonstrado que “é muito preocupante a percentagem de crianças e jovens que apresenta baixos níveis de actividade física”, que “a situação apresenta-se particularmente grave nos alunos oriundos de famílias com fracos recursos económicos” e que “é cada vez maior o número de crianças e jovens com excesso de peso e obesidade.” Por fim, notam que “crianças e jovens sedentários estão mais predispostos a converterem-se em adultos inactivos”. 

Os subscritores da missiva pedem que o governante reconsidere a medida, notando que “nem a actual situação de crise financeira e económica justificam tal medida” e que “ o investimento em Educação Física e Desporto representa a melhor poupança nos gastos com a saúde”. 

Da lista fazem parte, por exemplo, António Manuel Fonseca, da Universidade do Porto, António Rosado, da Universidade Técnica de Lisboa e Francisco Carreiro da Costa, da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia, em Lisboa

Também o Conselho Nacional das Associações de Profissionais de Educação Física, a Sociedade Portuguesa de Educação Física e a Confederação Nacional das Associações de Pais (CONFAP) se manifestaram hoje, em comunicado, contra a redução da carga horária da disciplina, assim contra a decisão de a média da Educação Física deixar de contar para a média de acesso ao ensino superior, o que, dizem, contribui para a ideia de que a cadeira “não é importante”.

As três organizações defendem que “não há razões de ordem pedagógica e científica nas medidas adoptadas”. Pelo contrário, na posição que tomam, dizem que toda “a evidência científica” aponta para a importância de “a avaliação final dos alunos dever integrar a avaliação de todas as disciplinas e áreas curriculares integrantes do currículo nacional do ensino secundário”.

A CONFAP recusa ainda ter concordado com esta medida, sublinhando que a autoria da medida “se atribui ao Governo, e só a ele”. 

fponte:http://www.publico.pt/Ed

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30
Jun 12

Mais três semanas de aulas para maus alunos do 4.º ano

Os alunos com maus resultados no 4.0º ano vão ser obrigados a frequentar mais três semanas de aulas, após o período letivo, numa "segunda oportunidade" para recuperar o ano perdido. Este período está definido na proposta de calendário que o Ministério da Educação e Ciência apresentou ontem aos docentes. Os protestos foram imediatos.

 

"Castigos para alunos" é como a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) vê este acompanhamento extraordinário que Nuno Crato classifica de segunda oportunidade.

fonte:http://www.jn.pt/

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29
Jun 12
29
Jun 12

Ano letivo 2012/2013 começa entre 10 e 14 de setembro

O ano letivo 2012/2013 inicia-se entre 10 e 14 de setembro, para os ensinos pré-escolar, básico e secundário, segundo um despacho do Ministério da Educação e Ciência hoje divulgado.

De acordo com o diploma, divulgado pelo ministério e que aguarda publicação em Diário da República para entrar em vigor, o 1.º período letivo terminará a 14 de dezembro, enquanto o 2.º decorrerá entre 03 de janeiro e 15 de março, começando o 3.º a 02 de abril.

As pausas letivas ocorrerão de 17 de dezembro a 02 de janeiro (época do Natal e Ano Novo), de 11 a 13 de fevereiro (Carnaval) e de 18 de março a 01 de abril (Páscoa).

fonte:http://www.destak.pt/

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28
Jun 12

Metas curriculares no "Básico" serão obrigatórias a partir de 2013/14

O ministro da Educação e Ciência afirmou, esta quinta-feira, que serão obrigatórias, a partir de 2013/14, as metas curriculares que lançou, esta quinta-feira, para discussão pública e que visam um ensino "bem estruturado", baseado num modelo anglo-saxónico.

 

Em conferência de imprensa na Secretaria Geral do Ministério da Educação, Nuno Crato indicou que, para o próximo ano letivo, as metas para as disciplinas de Matemática, Português, Educação Visual, Educação Tecnológica e Tecnologias de Informação e Comunicação do ensino básico serão "fortemente recomendadas".

Elaboradas ano a ano, as metas, que estarão em discussão pública até 23 de julho, destinam-se a "definir com clareza o que se quer que cada aluno aprenda".

São "objetivos cognitivos muito claros" para professores e alunos, indicou, rejeitando que se ponha em causa a "liberdade de método" dos docentes para ensinarem as matérias.

Nuno Crato afirmou que as metas vão "clarificar aquilo que, nos programas, deve ser prioritário, os conhecimentos fundamentais a adquirir e as capacidades a desenvolver pelos alunos ao longo dos diversos anos de escolaridade".

"Não pretendemos atuar de uma forma dirigista em relação à pedagogia", garantiu Nuno Crato, que defendeu a necessidade de um "ensino bem estruturado".

"Julgamos que este processo corresponde a uma ambição de muitos professores", apontou o ministro, reiterando que se dá "total liberdade aos professores" mas que se querem "resultados e para isso tem que se traçar objetivos".

As metas curriculares lançadas esta quinta-feira para discussão são baseadas no modelo de "standards" e "core standards" seguido no Reino Unido e nos Estados Unidos da América, e são um "movimento moderno", salientou.

"Antes apostou-se numa grande liberdade, mas com a massificação do ensino e as dificuldades, há mais consciência da necessidade de um ensino mais bem estruturado", declarou.

O modo de verificar se, ao longo do ano letivo, as metas estão a ser cumpridas consegue-se com "vários sistemas de aferição", desde logo as provas e exames de fim de ano e que são "provas externas" à escola que permitem aos alunos e professores "saber onde estão".

Nuno Crato afirmou que o ministério está em diálogo com as editoras de livros escolares, que manifestaram disponibilidade para "ajustar os manuais" aos objetivos que fiquem consagrados definitivamente nas metas curriculares.

De 23 de julho a 3 de agosto, o ministério irá incorporar, na versão definitiva das metas, os contributos da discussão pública que achar "mais adequados", afirmou Nuno Crato.

fonte:http://www.jn.pt/


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Alunos revelam dificuldades em frações, geometria e escrita

Frações, geometria e escrita são algumas das matérias em que os alunos do Ensino Básico têm mais dificuldades, concluíram os especialistas que elaboraram as metas curriculares que o Ministério da Educação lançou, esta quinta-feira, em discussão pública.

 

Na conferência de imprensa de apresentação das metas curriculares para o Ensino Básico, o ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, ressalvou que estas "não são para colmatar dificuldades", mas reconheceu que "poderão deter-se mais num aspeto ou noutro".

"Dizem onde pretendemos chegar e depois haverá estratégias para dar destaque a um ou outro aspeto em função das dificuldades dos alunos", acrescentou.

Segundo Filipe Oliveira, professor da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, no primeiro ciclo do Ensino Básico há "claramente um problema", no que toca à compreensão das frações.

Os alunos mostram "conhecimentos muito vagos e pouco consolidados sobre essa matéria", afirmou, indicando que as metas "reforçam esse ponto fraco".

Outro aspeto problemático da Matemática no Ensino Básico é a geometria, que "nos últimos anos tem ficado para trás e tem sido ensinada de forma muito vaga, perdendo a importância que merece", nos programas da disciplina.

Na Língua Portuguesa, um dos problemas principais é a escrita, referiu Helena Damião, da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra.

"Há baixa capacidade dos nossos alunos de produzirem textos escritos de acordo com parâmetros de qualidade e conteúdos substantivos", referiu, acrescentando que os jovens "compreendem, mas quando chega a altura de produzirem textos escritos, há uma deficiência", que foi tida em conta na elaboração das metas.

Durante o período de transição em que as metas curriculares serão "fortemente recomendadas" nas escolas - antes de se tornarem obrigatórias em 2013/14 -, serão elaboradas metas para outras disciplinas do básico e para o ensino secundário.

Para já, estão a discussão pública as metas para Português, Matemática, Educação Visual, Educação Tecnológica e Tecnologias da Informação e Comunicação.

Nuno Crato justificou a escolha do Português e Matemática com as "apostas óbvias" destas matérias para este ministério, que lhes vê "importância essencial para os alunos e para o progresso da escolaridade".

Quanto a Tecnologias da Informação e Comunicação, precisa de metas porque está a ser colocada noutros anos, e Educação Visual e Educação Tecnológica, porque estão a ser "autonomizadas", afirmou.

fonte:http://www.jn.pt/


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28
Jun 12

Os melhores e piores cursos para conseguir emprego

Há muito que o mal está diagnosticado e o tratamento previsto: o modelo de ensino superior seguido por Portugal nas últimas décadas precisa de ser alterado. Há anos que se fala na necessidade de rever a oferta. Quando se encerra mais um ano letivo e se prepara o seguinte, o tema volta novamente à ribalta por causa da divulgação de dois estudos sobre o assunto - um da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3Es) e outro (mais uma base de dados do que propriamente um estudo) da Direção-Geral do Ensino Superior.

O primeiro mostra que 80% das áreas de estudo em Portugal têm um excesso de vagas e que para as 53 500 disponibilizadas, em 2011, para licenciaturas e mestrados integrados, apenas se registaram 46 642 candidaturas. Quer isto dizer que 6 858 ficaram por preencher.

Se o primeiro nos atesta a existência de irracionalidade e algum descontrolo na criação de cursos, o segundo apresenta-nos dados de uma realidade dolorosa para mais de 108 mil diplomados portugueses (dados do INE, 4.º trimestre de 2011): o desemprego. Ou seja, o País não tem trabalho para um em cada 10 dos mais qualificados elementos da sua mão de obra ativa (ver infografia).

Tendo a empregabilidade dos cursos superiores como o cerne deste seu trabalho, a DGES cruzou as estatísticas do INE e o número de diplomados desempregados inscritos no Instituto de Emprego e Formação Profissional (cerca de 60 mil, ou seja, bastante abaixo das estimativas do INE) com os 571 mil bacharéis, licenciados, mestres e doutorados, produzidos pelo ensino superior nacional nos últimos dez anos.

Essa estatística permite dizer (talvez com algum exagero, ainda assim, legítimo) que, em Portugal, existem cursos que são uma espécie de Via Verde para o desemprego, até porque submetidos os dados, mais uma vez, à folha de cálculo, constatamos que o desemprego entre diplomados cresceu mais de 50%, em cinco anos, quando o crescimento do desemprego geral foi de 33 por cento (ver infografia).

E as perspetivas não serão propriamente risonhas. "O mercado está saturado e o desemprego deverá continuar a subir", diz Fernando Neves de Almeida, presidente da Boyden Portugal, uma empresa especializada no recrutamento de quadros. O gestor acredita que, no mercado de trabalho, apenas se inverterá esta tendência no final do verão do próximo ano. Até lá, a taxa de desemprego deverá manter-se em crescimento.

 

Empregabilidade

A empregabilidade é uma palavra-chave, à volta da qual gravitam as medidas que vão ser tomadas ou já estão em curso. Nestas páginas damos-lhe uma tabela com os 30 mais cotados cursos superiores em termos de colocações no mercado de trabalho.

Os dados da DGES revelam que, entre 2001 e 2010, houve em Portugal 4 154 cursos superiores a produzir diplomados. Desses, 1 421 - 1 em cada três - apresenta taxas de desemprego superiores à média de 10% estimada pelo INE para titulares de cursos superiores.

São esses casos que estão agora na mira do Governo, que, através de um despacho do secretário de Estado do Ensino Superior, João Queiró, quer proibir, já no próximo ano letivo, que os estabelecimentos de ensino superior públicos aumentem o número de vagas em cursos que não provem a sua empregabilidade. Ou seja, a norma poderá, pelo menos teoricamente, aplicar-se a um terço dos cursos superiores. Nesse caso, as escolas terão de redistribuir o número de vagas disponíveis para as aumentar nos cursos com maior empregabilidade. A saber: "Ciências, Matemática, Informática e Engenharia".

O diploma, datado de 11 de junho, impõe às universidades e politécnicos uma diminuição de 20% do número de vagas nas licenciaturas de professor do ensino básico e educação de infância. Nos mestrados de habilitação profissional para docência também vai haver uma redução, que ainda está por definir. Áreas onde o Governo considera haver "excesso de oferta".

Com efeito, olhando os números do IEFP, verifica-se que a categoria profissional mais flagelada pelo desemprego qualificado é a dos professores - um em seis diplomados inscrito como desempregados é professor.

fonte:http://visao.sapo.pt/o
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26
Jun 12
26
Jun 12

Colégios privados perdem dois mil alunos por causa da crise

Escolas privadas registam este ano quebra de 3,6% nos alunos e um aumento das propinas em atraso.

A crise começa a bater à porta dos colégios privados. Cerca de 3,6% foi a quebra registada no número de alunos dos estabelecimentos de ensino particular e cooperativo dos cerca de 500 colégios da AEEP, neste ano lectivo. Em números absolutos, significa uma estimativa de quebra de dois mil alunos.

A diminuição pode parecer pequena, mas a verdade é que se há escolas que até viram crescer o número de estudantes, há casos de "organizações muito aflitas" na sequência da diminuição do número de alunos, sublinha Rodrigo Queiroz e Melo, director-executivo da Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP), a estrutura que representa 500 estabelecimentos de ensino privado. "Foi um ano complicado", acrescenta.

Mas o verdadeiro teste será o próximo ano lectivo. Para já, ainda, não há números disponíveis porque muitas escolas ainda estão no período de pré-inscrições. Só em finais de Julho será possível determinar valores concretos e se há verdadeira redução do número de alunos.

Para agravar este aumento do número alunos que trocam o privado pelas escolas públicas, há um novo fenómeno que afecta a situação financeira dos colégios: o crescimento exponencial do número de famílias que estão a atrasar o pagamento de propinas por falta de dinheiro. Há escolas que por falta de alunos vão encerrar ciclos de estudo. É o caso do Colégio Sá de Miranda, uma escola conhecida por pertencer ao Movimento da Escola Moderna, que no próximo ano lectivo não vai abrir o 5º e 6ª anos, abandonando por agora a leccionação do 2º ciclo do básico. Maria do Carmo Oliveira, da direcção da escola, explica que os pais alegam que nesta idade "os alunos já têm mais autonomia e sempre poupam dinheiro" se os transferirem para uma escola pública.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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22
Jun 12

Exame de Matemática do 6.º ano acessível

Apenas 633 dos 112.237 alunos inscritos no exame nacional de Matemática do 6.º ano faltaram ontem à prova.

Quer a Associação de Professores de Matemática (APM), quer a Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM) consideraram-na acessível. Contudo, a SPM pede para “aumentar o nível de exigência”.

Os alunos do 6.º estrearam-se nos exames que contam 25% para a sua nota final (contarão 30% a partir do próximo ano). Esta mudança é vista com bons olhos pela SPM que também se congratula pela não utilização da máquina calculadora, ainda que só numa parte da prova — um objecto que devia “desaparecer completamente” de todos os exames no básico, defende a SPM em parecer. A prova estava “bem estruturada” e com uma “extensão de acordo com o tempo previsto”.

A SPM assinala "unicamente" a ausência de uma pergunta relativa ao cálculo do máximo divisor comum e menor múltiplo comum e, pelo menos, uma "questão de nível de exigência superior que permita diferenciar os alunos de excelente desempenho". 

A APM considera o exame de “nível adequado e que percorre todos os tópicos” do programa, diz Elsa Barbosa, presidente da associação, que considera que não é possível comparar as provas de aferição com o novo exame. A prova está dividida em dois cadernos, o primeiro seria "mais acessível" do que o segundo. Era precisamente neste último que os alunos não podiam usar a calculadora, mas o nível de dificuldade nada tem a ver com a não utilização daquele equipamento, salvaguarda Elsa Barbosa.

O Gabinete de Avaliação Educacional prevê que os resultados venham a reflectir a tendência dos últimos anos, ou seja, de descida da média nacional porque se elevou o nível de exigência. De 2010 para 2011, houve uma queda de seis pontos percentuais, de 64 para 58% na média da aferição desta disciplina.

fonte:http://www.publico.pt/

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Há mais de 23.087 estudantes com propinas em atraso

Incumprimento de propinas está a subir em média 10%

No futuro, o número de universidades que impedem os alunos devedores de ir a exame pode vir a subir. Todas as 21 instituições contactadas pelo Diário Económico referem que há um aumento na ordem dos 10% do número de estudantes devedores.

Contas feitas, nestas instituições, existem 23.087 estudantes com o pagamento das propinas em atraso, que se traduzem em largos milhões de euros.

É o caso da Faculdade de Direito, onde chegou a estar prevista a aplicação da regra de travar o acesso dos alunos devedores ao exame. Segundo o presidente da Associação de Estudantes, André Machado, este ano a instituição tem cerca de 460 alunos com propinas em atraso. "Nunca a faculdade de Direito teve tantos alunos com dificuldades em pagar as propinas", alerta o dirigente estudantil.

fonte:http://economico.sapo.pt/noticias

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22
Jun 12

Universidades vetam exames a alunos com propinas em atraso

Norma já estava prevista nos regulamentos internos mas só este ano começou a ser praticada. Penalização afecta milhares de estudantes.

Várias faculdades estão a impedir a inscrição nos exames finais e de melhoria de notas aos estudantes que tenham propinas em atraso. Uma medida que se encontra prevista no regulamento interno de várias instituições públicas mas que, até este ano, não tinha ainda sido aplicada. Em risco estão milhares de estudantes do ensino superior com pagamentos em atraso, havendo já largas centenas que foram impedidos de realizar os exames que lhes permitem concluir o ano lectivo.

Os responsáveis das instituições explicam que esta é também uma consequência dos cortes orçamentais do Estado para as instituições de ensino superior, que se vêem assim forçadas a recuperar verbas que atingem os milhões de euros em dívidas dos estudantes.

Das 21 instituições contactadas pelo Diário Económico, a regra está a ser aplicada em pelo menos cinco: nas Faculdades de Engenharia e na de Letras da Universidade do Porto, na Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa, no Instituto Superior de Contabilidade e Administração (ISCAC) do Politécnico de Coimbra, na Universidade do Algarve e no Politécnico de Portalegre.

No caso da Faculdade de Arquitectura, a aplicação desta regra atinge cerca de 16% do total de 2.700 alunos desta instituição, diz ao Diário Económico o presidente José Pinto Duarte.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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