31
Jan 12

Conselho das Escolas quer mais tempo para Português no 12.º ano

O Conselho das Escolas (CE) quer aumentar a carga horária de Português em 45 minutos no 12.º ano, devido à extensão e exigência do programa e aos resultados “cada vez mais baixos” nos exames nacionais.

A posição deste órgão consultivo do Ministério da Educação está espelhada no parecer que entregou na segunda-feira ao secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar, João Casanova de Almeida e a que a agência Lusa teve hoje acesso.

No documento, aprovado pelos conselheiros na sexta-feira, a propósito da revisão da estrutura curricular do ensino básico e secundário, sustenta-se ainda que a necessidade de reforço se deve também à “complexidade conceptual dos conteúdos literários” e à falta de tempo para desenvolver actividades necessárias para se atingir a eficácia de expressão escrita e oral exigida neste nível de escolaridade.

O CE diz ainda que a actual carga horária é inferior à das demais disciplinas sujeitas a exame nacional.

O conselho considera, por outro lado, que deve manter-se uma área curricular não disciplinar de formação cívica do 5.º ao 12.º ano porque dá “um contributo valioso para a formação integral dos jovens, para a construção da sua cidadania e para a melhoria do clima de escola”.

A actualização do leque de opções no ensino secundário, tendo em conta o seguimento dos estudos e as necessidades do mercado de trabalho são outra proposta do CE.

Para o efeito, propõe-se a criação de disciplinas e a focalização da atenção do aluno no conhecimento fundamental, proporcionando “uma melhor gestão do tempo de estudo”.

Para o conselho, os alunos devem adquirir conhecimentos “num leque mais diversificado de disciplinas com relevância para sua opção no prosseguimento dos estudos”.

Nas disciplinas de opção do 12.º ano, o conselho entende que o número de tempos lectivos deverá ser reduzido em um bloco, relativamente à carga curricular neste momento em vigor, mantendo o actual número de opções.

Sobre Educação Visual e Tecnológica (EVT), os conselheiros defendem que deve manter-se a disciplina no 2.º Ciclo, com as mesmas cargas horárias. Educação Tecnológica deve “continuar a ser uma opção no 9.º ano, juntamente com a oferta de escola”, lê-se no documento.

Relativamente ao apoio ao estudo facultativo no 2.º Ciclo, o CE considera que a obrigatoriedade de frequência dos alunos possa ser determinada pela escola.

O conselho concorda com a antecipação de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) para o 2.º Ciclo, mas defende que as escolas possam manter esta área no 3.º Ciclo, no âmbito da oferta de escola.

fonte:http://www.publico.pt/

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Fenprof quer suspensão de revisão curricular

A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) deu nesta terça-feira parecer negativo à proposta de revisão curricular dos ensinos básico e secundário, defendendo a sua suspensão e afirmando que se destina apenas a aplicar cortes financeiros na educação.

“Estamos perante um documento proclamatório, sem qualquer rigor nas suas asserções e destinado a tapar, com peneira de rede larga, a imposição orçamental em matéria de cortes na educação”, afirma a Fenprof no parecer que entregou ao Ministério da Educação e Ciência.

Por isso, defende a “suspensão” do processo de revisão da estrutura curricular até que se faça um “debate nacional” que envolva os agentes da educação e toda a sociedade, no prazo de um ano. 

A Fenprof desafia o ministério a apresentar “uma proposta de verdadeira reforma curricular” que tenha passado por “negociação final com os parceiros educativos”. 

É preciso, defende, “evitar decisões precipitadas que poderão resultar em erros”. 

A “intenção economicista” do Governo está patente no “empobrecimento do currículo” da proposta, considerou a Fenprof, que não aceita a “desvalorização” de áreas como a Educação Visual ou as Tecnologias de Informação e Comunicação. 

Se a revisão curricular for avante como está, será uma maneira de promover “iliteracia nos alunos em relação às tecnologias e às artes”. 

A Fenprof quer que se mantenham os desdobramentos nas ciências da natureza no 2º ciclo e nas ciências naturais e físico-químicas no 3º e defende que as tecnologias de informação e comunicação devem ser leccionadas em mais do que um ano, sem se associar a outras disciplinas. 

No parecer manifesta-se também contra o fim da formação cívica, preferindo uma “redefinição” do conteúdo desta área não disciplinar, e defende a continuação do estudo acompanhado. 

O apoio ao estudo deve ser “um espaço de resposta” aos alunos com dificuldades e deve ter “um crédito global de horas” criado nas escolas. 

Quanto à introdução de exames, a Fenprof defende que não basta seguir “o caminho mais simples, mas discutível” de avaliar com exames de final de ciclo 

Na perspectiva da Fenprof, uma revisão curricular não devia deixar de fora o pré-escolar e devia definir “onde encaixam as vias profissionais, tecnológicas e artísticas” ao longo dos 12 anos de escolaridade. 

Os vários ciclos de ensino precisam também de ser organizados em função dos 12 anos de escolaridade obrigatória para evitar a “dispersão curricular” actual, considera a Fenprof. 

fonte:http://www.publico.pt/

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Governo vai fechar 129 Centros de Novas Oportunidades até Agosto

O Governo vai manter até Agosto 301 dos 430 Centros de Novas Oportunidades existentes, garantindo aos formandos concluir os seus processos de certificação, indica um comunicado Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional (ANQ). 
Segundo a ANQ, até Setembro serão anunciadas alterações mais profundas na estrutura e objectivos do programa Novas Oportunidades.

Até ao final de 2011 foram encerrados 20 dos 450 da rede de Centros Novas Oportunidades (CNO) tendo sido abertas a 15 de Novembro as candidaturas a financiamento para abranger o período de Janeiro a Agosto de 2012, com as regras e critérios que têm sido utilizados. 

Hoje a Agência Nacional Para a Qualificação e o Ensino Profissional anunciou que vão ser mantidos 70 por cento dos centros, embora o Governo considere que a dimensão da actual rede ainda é excessiva face às necessidades e à procura. 

“Perante o sobredimensionamento actual da rede, a escassez de recursos financeiros disponíveis e as necessidades de financiamento de outras medidas, o Governo decidiu reduzir o número de Centros de Novas Oportunidades financiados. Assim, num esforço financeiro mesmo assim considerável, o concurso garantirá neste período transitório o funcionamento de cerca de 70 por cento dos actuais centros”, refere a ANQ em comunicado. 

Durante este período transitório, adianta, o Governo concluirá os estudos de avaliação da Iniciativa Novas Oportunidades, nomeadamente nas vertentes de impactos na via profissional das pessoas e do rigor e exigência dos processos de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC).

fonte:_http://www.publico.pt/E

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31
Jan 12

Governo vai manter 301 centros Nova Oportunidades abertos até Agosto

O Governo vai manter até agosto 301 dos 430 Centros de Novas Oportunidades existentes, garantindo aos formandos concluir os seus processos de certificação, indica um comunicado Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional

 

Segundo a ANQ, até Setembro serão anunciadas alterações mais profundas na estrutura e objectivos do programa Novas Oportunidades.

Até ao final de 2011, foram encerrados 20 dos 450 da rede de Centros Novas Oportunidades (CNO) tendo sido abertas a 15 de Novembro as candidaturas a financiamento para abranger o período de Janeiro a Agosto de 2012, com as regras e critérios que têm sido utilizados.

Esta terça-feira, a Agência Nacional Para a Qualificação e o Ensino Profissional anunciou que vão ser mantidos 70% dos centros, embora o Governo considere que a dimensão da actual rede ainda é excessiva face às necessidades e à procura.

"Perante o sobredimensionamento actual da rede, a escassez de recursos financeiros disponíveis e as necessidades de financiamento de outras medidas, o Governo decidiu reduzir o número de Centros de Novas Oportunidades financiados. Assim, num esforço financeiro mesmo assim considerável, o concurso garantirá neste período transitório o funcionamento de cerca de 70% dos actuais centros", refere a ANQ em comunicado.

Durante este período transitório, adianta, o Governo concluirá os estudos de avaliação da Iniciativa Novas Oportunidades, nomeadamente nas vertentes de impactos na via profissional das pessoas e do rigor e exigência dos processos de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC).

fonte:http://www.jn.pt/P


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30
Jan 12
30
Jan 12

PS questiona o Governo sobre as “reais intenções” para as Novas Oportunidades

Num requerimento enviado à Assembleia da República, o PS questiona o Governo sobre as “reais intenções” em relação ao programa Novas Oportunidades, depois de o Ministério da Educação ter anunciado a reorganização da rede e encerrado alguns centros de formação.

No documento, os deputados Rui Santos, Odete João e Acácio Pinto questionam quando será anunciada a apresentação da avaliação do programa, qual a entidade avaliadora e a que caderno de encargos se remete e a que circunstâncias se ficou a dever o encerramento dos centros de novas oportunidades do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Os deputados socialistas querem ainda saber quantos centros pretende o Governo encerrar e quando é que serão conhecidos os resultados das candidaturas ao financiamento por parte dos centros Novas Oportunidades.

“O Ministério da Educação e Ciência já no final de 2011 comunicou que iria reorganizar a rede de centros de Novas Oportunidades com base numa avaliação, mas, no entanto, até à data, nenhum resultado foi tornado público, pelo que o encerramento destes estabelecimentos se está a efectivar sem que se perceba a pertinência destas medidas”, escrevem os deputados socialistas.

O IEFP encerrou, no final de Dezembro, os Centros Novas Oportunidades e não renovou os contratos aos mais de 200 profissionais de educação e formação de adultos que exerciam funções nestes centros (além destes, foram afectados 800 formadores que eram prestadores de serviços).

Na semana passada, estes exigiram que o IEFP lhes pague as compensações por caducidade de contratos a que afirmam ter direito e admitem ir para tribunal para as conseguir.

Embora o IEFP já tenha dito que não há direito a compensações, a direcção comprometeu-se a estudar se, por terem validade até 1 de Janeiro deste ano e terem sido denunciados a 28 de Dezembro, haveria lugar a indemnizações.

Os profissionais das Novas Oportunidades que ficaram desempregados admitem colocar o Estado em tribunal e têm um parecer do provedor de Justiça que lhes dá razão, indicou o porta-voz Rui Rodrigues.

No final de Dezembro, o Governo extinguiu nove centros do programa Novas Oportunidades, depois de ter divulgado que estava a analisar as candidaturas apresentadas ao financiamento intercalar que se prolonga até Agosto de 2012.

O PS realça que a iniciativa Novas Oportunidades, lançada no Governo de José Sócrates, “tem contribuído, desde 2005, para o crescimento económico e para a promoção da coesão social”.

fonte:http://www.publico.pt/P

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28
Jan 12

Há mais alunos a desistir do ensino superior devido à crise

Cerca de 3300 alunos já cancelaram a sua inscrição no ensino superior desde o início deste ano lectivo. Os dados dizem respeito a apenas metade das universidades, ainda que estejam contabilizadas as maiores instituições. As dificuldades económicas dos estudantes estão na base de muitas das desistências, reconhecem os responsáveis académicos. A dificuldade de acesso a bolsas de estudo e o aumento das propinas criam ainda mais problemas, alertam as associações estudantis.

Estes 3300 abandonos representam um aumento de 6% face ao registado em igual período do ano passado nas mesmas instituições. Os dados foram recolhidos pelo PÚBLICO junto de sete universidades, metade da oferta nacional, mas incluem as maiores academias. Só a Universidade de Lisboa concentra mais de um quarto das desistências. Na Clássica, 870 estudantes pediram o cancelamento da matrícula desde Setembro, um número que é considerado pelos responsáveis da instituição como "ligeiramente superior" face ao registado há um ano.

fonte:http://www.publico.pt/

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Professores de Informática dizem que é um retrocesso limitar TIC ao 2.º Ciclo

Os professores de informática consideram um retrocesso limitar o ensino das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) ao 2.º Ciclo, conforme propõe o Governo no âmbito da revisão curricular intercalar, que está em discussão pública.

A disciplina é actualmente leccionada no 9.º ano (3.º Ciclo) e o Ministério da Educação e Ciência (MEC) pretende transferi-la para o currículo do 5.º e 6.º anos para garantir aos alunos mais novos uma utilização “segura e adequada” dos recursos digitais.

A Associação Nacional de Professores de Informática (ANPRI) afirma, no parecer hoje divulgado, que Portugal até foi pioneiro nesta matéria, mas cita os exemplos de Inglaterra e França no investimento que estão a fazer, mesmo quando adoptam medidas contra a dispersão curricular.

O Reino Unido “considerou as TIC em todos os níveis de ensino (stages 1,2,3 e 4)” e França “aposta na certificação de competências dos alunos em TIC em três níveis”, lê-se no documento.

Os professores concordam com a introdução da disciplina no 2.º Ciclo, mas defendem a manutenção no 3.º Ciclo.

“É com bom grado que vemos a iniciação para as TIC num nível de escolaridade mais baixo”, escrevem os professores, sugerindo que a disciplina seja alternada com Educação Tecnológica, com as turmas divididas por turnos.

Os docentes dizem que, sendo as duas disciplinas de carácter bastante prático, este desdobramento permite desenvolver aulas nas quais os alunos “efectivamente trabalham no computador, consolidando assim as aprendizagens”.

A ANPRI alerta ainda que devem ser os professores de informática (grupo 550) a leccionar a disciplina, que afirmam ter sido muitas vezes, em concursos de oferta de escola, atribuída a “docentes sem habilitação profissional ou própria para o exercício da função, à revelia da lei”.

Assim, alegam ser imprescindível que no documento definitivo da Revisão da Estrutura Curricular, esta questão fique “claramente definida”.

Os professores querem ainda manter a disciplina no 3.º Ciclo, por entenderem que a opção pelo 5.º e 6.º anos não é suficiente para o aluno “desenvolver convenientemente literacias” na área da informação, comunicação, produção e segurança digitais.

“Ao nível do 2.º Ciclo há conceitos e aplicações essenciais que ainda são de difícil compreensão para alunos desta faixa etária. E outros que não podem/devem ser abordados por impedimentos legais”, sustentam.

A ANPRI propõe que a oferta de escola, no 3.º Ciclo, seja substituída pela disciplina de TIC, alternando também aqui com Educação Tecnológica.

A associação volta a defender a necessidade da disciplina de informática no ensino secundário, “de onde foi retirada, deixando os alunos com défice de formação” nesta área.

“Os alunos finalizam o 12.º ano (e entram no Ensino Superior) sem conseguirem fazer um gráfico numa folha de cálculo ou sem saberem integrar informação de uma aplicação num documento estruturado”, exemplificam.

fonte:http://www.publico.pt/

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Reitor da Universidade de Coimbra promete não aumentar propinas

O reitor da Universidade de Coimbra (UC) prometeu na quinta-feira aos estudantes que não aumentará as propinas, respondendo ao repto lançado pelo novo presidente da Associação Académica de Coimbra (AAC), no acto de posse deste.

 

“As propinas mantêm-se como estão. Não é pelas propinas que vamos buscar o que nos falta”, sublinhou João Gabriel Silva, frisando que também manterá a percentagem daquelas receitas que a instituição tinha reservado para apoio social a estudantes. 

O reitor, ao destacar a colaboração institucional que tem havido com os estudantes, incentivou a um aprofundamento do trabalho conjunto entre a UC e a AAC, para encontrar as melhores soluções para os problemas que se colocam, nomeadamente de cariz financeiro. 

No seu discurso de tomada de posse, Ricardo Morgado, novo presidente da AAC, prometera não pactuar com “novos cortes no financiamento das instituições, nem tão pouco com um aumento das propinas”. 

Para o dirigente, que sucede no cargo a Eduardo Melo, essas medidas iriam contribuir para aumentar o número de estudantes que têm de abandonar o ensino superior por dificuldades económicas. 

“Há um caminho, por mais longo que seja, do qual jamais abdicaremos: um ensino público, gratuito e de qualidade”, sustentou, frisando que “é hora de o Ensino Superior não ser visto como despesa, mas como investimento” e “a acção social não ser tida como uma esmola, mas como um reforço da igualdade de oportunidades para os jovens portugueses”. 

Ricardo Morgado referiu que está também nos seus propósitos criar na AAC um programa para apoiar estudantes carenciados, com o envolvimento de outras instituições sociais da cidade. 

Dirigindo-se ao reitor, o presidente da AAC prometeu estar ao seu lado, e ir “até às últimas consequências se a política de cortes das instituições do ensino superior se continuarem a agravar, tornando-se insustentáveis”. 

Também Eduardo Melo, presidente cessante, aludiu aos cortes do Estado na ação social escolar, concluindo que “está ainda por cumprir a igualdade de oportunidades em Portugal”. 

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28
Jan 12

Universidade do Minho lidera ranking académico de patentes utilizadas pela indústria

A Universidade do Minho (UM) é a academia do país que criou mais tecnologia rentabilizada em contexto de trabalho, contando com cerca de 20 patentes utilizadas pela indústria, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a UM acrescenta que aquela conclusão consta de um estudo do Departamento de Produção e Sistemas da Escola de Engenharia daquela universidade, que avalia a presença da tecnologia desenvolvida no âmbito da investigação académica no meio empresarial e os seus efeitos ao nível da inovação e do desenvolvimento económico.

Segundo o estudo, coordenado por Fernando Romero, as universidades e politécnicos portugueses somam cerca de 750 patentes registadas junto do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).

O Instituto Superior Técnico, de Lisboa, lidera com perto de 250 patentes registadas, seguindo-se a Universidade do Porto e a UM, com cerca de 100 patentes cada.

“No entanto, um maior número de patentes registadas não significa o maior número de aproveitamento do desenvolvimento tecnológico que lhe está inerente”, sublinha Fernando Romero.

A UM surge, assim, como a universidade “com mais tecnologia rentabilizada em contexto de trabalho, com cerca de vinte patentes utilizadas pela indústria”.

O estudo confirma ainda o papel fundamental das universidades como fonte de conhecimento e o aumento do relacionamento das academias com o meio industrial.

Numa primeira fase, foram abordados os gabinetes de transferência de tecnologias das principais academias. Segue-se agora uma segunda fase, de perspectiva empresarial, que avançará para a investigação documental e para o inquérito às empresas, acerca da presença das tecnologias de base académica em contexto de trabalho produtivo.

“Uma conclusão preliminar da investigação aponta para a importância do aproveitamento real das patentes e invenções tecnológicas em contexto industrial e empresarial”, refere o comunicado da UM.

fonte:http://www.publico.pt/

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24
Jan 12
24
Jan 12

Crise económica leva a aumento de desistências no Ensino Superior

A crise económica está a provocar um aumento das desistências de alunos nas universidades portuguesas. Desde o início do ano lectivo, 3300 estudantes cancelaram as inscrições, um aumento de 6% face ao ano passado. 

A Universidade da Madeira aparece no primeiro lugar da lista. Só aqui, 300 alunos desistiram do curso, o que representa cerca de 20% das inscrições, de acordo com o Público.

O panorama, com percentagens mais reduzidas, repete-se em mais seis instituições. As Universidade de Lisboa, a Universidade Clássica e a Universidade do Minho aparecem também nos lugares cimeiros, de acordo com o Público.

Em Coimbra, o número de desistências é semelhante ao ano passado, no ISCTE e em Aveiro houve ligeiras quebras, e no Algarve há, até esta altura, perto de duzentas inscrições canceladas.

De acordo com dados recolhidos pelo jornal Público, no total, três mil e trezentos alunos abandonaram o ensino superior desde o início do ano lectivo, ou seja, mais seis por cento em comparação com os dados do ano anterior.

Para os responsáveis de algumas destas universidades, o principal motivo por trás deste movimento de fuga é óbvio e chama-se crise ecónómica. Isso mesmo é revelado num inquérito realizado na Universidade do Algarve, onde esta foi a resposta mais votada pelos alunos desistentes.

Ouvidos pelo Público, os líderes de algumas associções académicas acrescentam outras duas razões - a dificuldade de acesso às bolsas de estudo e o aumento das propinas, que em alguns casos, o valor ultrapassa os mil euros.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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