30
Dez 11
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Dez 11

Abandono escolar desceu e aumentou número de alunos nas faculdades

O abandono escolar precoce entre os alunos do ensino básico e secundário em 2010 teve uma redução de 2,5 pontos percentuais relativamente a 2009, enquanto o número de alunos inscritos nas universidades aumentou, revela hoje o INE.

Os dados constam dos indicadores sociais do Instituto Nacional de Estatística (INE) de 2010 e revelam que "o abandono precoce de educação e formação situou-se em 28,7 por cento, o que significa uma redução de 2,5 pontos percentuais relativamente ao verificado no ano anterior".

"Esta redução ocorreu tanto em homens como em mulheres, que passaram de 36,1 por cento para 32,7 por cento e de 26,1 por cento para 24,6 por cento", indica o INE.

Relativamente ao número de alunos inscritos no ensino superior, os indicadores sociais revelam um aumento de 2,8% face a 2009, estando inscritos 105.409 alunos em mestrados e 16.377 em doutoramentos, o que significa, respectivamente, um aumento de 14,5% e de 22%.

"Cerca de 60% dos diplomas no ensino superior foram atribuídos a mulheres. A área de estudo da saúde registou a maior percentagem de atribuição de diplomas, 18,5% (dos quais, 14,1% são mulheres)", revela o INE.

Em termos evolutivos, de 2004 a 2010, os dados do INE mostram que houve um aumento de 2,1% nos alunos inscritos nas faculdades nacionais e que o número de doutorandos cresceu 134,4%.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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29
Dez 11
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Dez 11

Vão ser extintos 20 centros "Novas Oportunidades" até ao fim do ano

Extinções nada têm que ver com a avaliação do programa, que ainda decorre. Nove das duas dezenas de extinções já foram publicadas em Diário da República.

 

A Agência Nacional para a Qualificação (ANQ) avança àRenascença que são 20 os centros “Novas Oportunidades” que fecham as portas a 31 de Dezembro.

Em 14 destes casos, a ANQ concluiu o processo iniciado ainda durante a vigência do Governo socialista, depois de verificado o incumprimento das metas que tinham sido contratualizadas. Entretanto, outros seis centros foram extintos a pedido da entidade promotora.

Hoje, em Diário da República, já foram publicadas nove extinções e o mesmo deverá acontecer com as outras nos próximos dias.

Segundo a ANQ, estas extinções nada têm que ver com a avaliação do programa Novas Oportunidades, que ainda decorre. Depois deverá ser reavaliada a dimensão da rede de centros, para evitar sobreposições, e, segundo a ANQ, o objectivo é privilegiar a formação de maior qualidade e reforçando o ensino profissional.

As alterações mais profundas no programa lançado por José Sócrates vão ser aplicadas a partir de Setembro de 2012. Entretanto, decorre a análise de candidaturas de centros a um financiamento intercalar até Agosto de 2012.

fonte:http://rr.sapo.pt/i


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28
Dez 11

Estudantes já podem voltar a pedir empréstimos

Os estudantes já podem voltar a pedir empréstimos caso necessitem. O Ministério da Educação e Ciência (MEC) deu «luz verde» à retoma do sistema de crédito bancário com garantia mútua a estudantes do Ensino Superior, um programa que estava suspenso desde o início do ano lectivo.

Ao abrigo desta linha de crédito, o Estado comprometeu-se, anualmente, a reforçar o fundo de contra garantia mútuo com o capital necessário para assegurar a sua continuidade.

A decisão de proceder à suspensão do sistema tinha resultado do atraso existente, desde Maio de 2010, na liquidação do montante necessário à capitalização do fundo de contra garantia mútuo, desvio esse que foi identificado pelo actual Executivo em Julho de 2011, adianta o MEC num comunicado citado pela Lusa.

Desde essa data, o ministério manteve contactos com a Sociedade Portuguesa de Garantia Mútua com vista à reabertura da linha de crédito, tendo agora chegado a um acordo que, ao mesmo tempo que inicia a liquidação dos montantes em atraso, permite reactivar o sistema, assegurando a manutenção das condições, nomeadamente o montante do crédito, o prazo de utilização e de reembolso, o período de carência e a taxa de juro.

Segundo o Ministério da Educação e Ciência, o sistema agora retomado permite aos estudantes financiar os seus estudos superiores, beneficiando de uma garantia prestada pelo Estado português, através do Sistema de Garantia Mútua, que dispensa a intervenção de terceiros, com uma taxa de juro baixa e um prazo alargado de reembolso.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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28
Dez 11

Novas Oportunidades correm risco de acabar na próxima semana

Os profissionais de educação e formação de adultos denunciaram, esta quarta-feira, que cessa, no sábado, o financiamento que suporta a intervenção dos Centros Novas Oportunidades, sem que tenham informação sobre a continuidade dos projectos.

 

Segundo a comissão instaladora da Associação Nacional de Profissionais de Educação e Formação de Adultos, a "ausência total de comunicação oficial" quanto ao futuro dos Centros Novas Oportunidades (CNO) coloca as organizações e as equipas que neles trabalham numa "insuportável indefinição".

Estes profissionais dizem que a situação se agudizou ainda mais perante um concurso de financiamento aberto a menos de um mês e meio do fim do ano, não existindo, até esta quarta-feira, qualquer informação sobre os prazos de análise das candidaturas e respectiva comunicação de resultados relacionados com a aprovação ou não.

A suspensão das actividades, "motivada pela inexistência de orientações", para o período entre o fim do financiamento e a data de aprovação para financiar a actividade em 2012, implicará o "despedimento e/ou redução das equipas pedagógicas", afirma a associação em comunicado.

Actualmente existem "milhares de profissionais de educação e formação de adultos com vínculo em CNO" que se queixam da dificuldade em agendar e programar processos formativos que possam ir ao encontro das metas constantes na candidatura entretanto realizada.

Governo está a reavaliar o programa Novas Oportunidades criado pelos anteriores governos liderados por José Sócrates, não existindo conclusões até ao momento por parte do grupo de trabalho criado no âmbito dos ministérios da Educação e da Economia.

"A formação de adultos é uma das preocupações do Executivo", afirmou fonte do Ministério da Educação e Ciência (MEC) por ocasião da divulgação do estudo do Conselho Nacional de Educação, na semana passada.

"Após avaliação dos resultados do programa e balanço do trabalho realizado, delinearemos a linha a seguir para maximizar o seu valor e responder às expectativas dos adultos quanto a uma mais valia real no seu futuro profissional", indicou na altura a mesma fonte.

Para o MEC, o que interessa é uma valorização da qualificação dos portugueses e não "uma cosmética estatística".

fonte:http://www.jn.pt/


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27
Dez 11
27
Dez 11

Matemática: prova mais difícil deu menos positivas

É um regresso à normalidade depois doboom de positivas em 2009. A SPM, que na altura falou de facilitismo, espera que a exigência se mantenha.

Pelo terceiro ano consecutivo, mais de metade dos alunos do 9.º ano obtiveram uma média positiva no exame nacional de Matemática, mas a percentagem dos que conseguiram este feito desceu quase 13 pontos por comparação a 2009 - passou de 63,8 por cento para 51,3.

"O exame foi um pouco mais exigente e os resultados baixaram", constatou ao PÚBLICO o presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM), Miguel Abreu. No parecer divulgado no dia da prova, a SPM dava conta de que o grau de complexidade do exame era superior ao de 2009, o qual fora considerado por esta associação "escandalosamente fácil". 

Segundo a SPM, apesar de constituir um passo no bom sentido, a prova de 2010 continuou, em termos de exigência, "abaixo do que seria desejável". Mesmo assim, quase metade dos alunos ficou-se pela negativa, uma situação que Miguel Abreu classifica de "preocupante".

O responsável espera que esta queda nos resultados não leve o Ministério da Educação (ME) a recuar no tipo de provas que vier a ser proposto. "Não devem ser os exames a adaptar-se aos alunos", alerta, acrescentando que as provas devem obedecer a standards mais adequados em termos do que se deve esperar de um aluno no final da escolaridade obrigatória. "O que se tem que fazer é trabalhar para que os alunos obtenham positiva em exames com um nível de exigência adequado e isto consegue-se com um melhor ensino", frisa. 

De acordo com os dados divulgados ontem pelo ministério, 9,5 por cento dos alunos obtiveram a classificação de nível 1, numa escala até cinco, o que é mais do dobro do registado no ano passado.

Os exames nacionais do 9.º ano estrearam-se em 2005. Mais de 70 por cento dos alunos tiveram então negativa a Matemática. Um resultado que contribuiu para a então ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, lançar o chamado Plano de Acção para a Matemática, que resultou sobretudo em mais acções de formação para professores e em tempo suplementar dedicado pelas escolas a esta disciplina. 

Em 2008, pela primeira vez, mais de metade dos alunos conseguiram ter positiva no exame de Matemática. De 72,8 por cento em 2007, a percentagem de negativas desceu no ano seguinte para 44,9. A SPM alertou então que a prova tinha sido "mais fácil" do que a realizada em anos anteriores.

À espera do ministério

Ao contrário do que aconteceu com os alunos do secundário, que este ano voltaram, pela segunda vez, a ter uma melhor média a Matemática do que a Português, os do 9.º ano continuam a sair-se melhor na prova de língua materna: 70,3 por cento tiveram positiva. Mas para Paulo Feytor Pinto, presidente da Associação de Professores de Português (APP), estes resultados, só por si, voltam a dizer pouco às escolas e aos professores. "O Ministério da Educação tem os resultados resposta a resposta, mas não os divulga. E, por isso, nós continuamos a não saber o que é que aconteceu em 2006 - quando as positivas baixaram para 54,5 por cento - ou por que é que os resultados deste ano são equivalentes aos do ano passado. Foi por os alunos terem sido tão bons ou tão maus na produção escrita? Ou na gramática? Não sabemos."

No ano passado, em resposta a esta reivindicação da APP, o ministério garantiu que iam ser fornecidos às escolas os resultados dos exames resposta a resposta. Mas tal não aconteceu, frisa Feytor Pinto. O PÚBLICO tentou ontem sem êxito obter uma explicação do ME. A percentagem de reprovações à disciplina, por parte dos alunos internos - aqueles que frequentam as aulas o ano inteiro -, foi de nove por cento, o mesmo valor que o do ano passado. Já a Matemática esta percentagem subiu de 24 para 26 por cento. 

 

Segundo o ME, a média total nas provas - que contabiliza os resultados dos alunos internos e dos externos - manteve-se igual à de 2009 em Língua Portuguesa (56 por cento na 1.ª chamada e 46 por cento na 2.ª) e desceu a Matemática (de 57 para 50 por cento na 1.ª chamada e de 39 para 28 na 2.ª). No 9.º ano, a 2.ª chamada tem carácter excepcional - é sobretudo realizada pelos alunos com mais de 15 anos que, depois de terem sido chumbados pelos seus professores, se autopropõem a exame.

fonte:http://www.publico.pt/E

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26
Dez 11
26
Dez 11

Nenhum aluno conseguiu saltar do oitavo para o 10º ano

Nenhum dos 149 alunos do 8º ano que se autopropuseram aos exames nacionais “concluiu o ensino básico por esta via”, informou hoje o Ministério da Educação.

Este ano, a título excepcional, os estudantes com 15 anos ou mais que chumbaram de novo no 8.º foram autorizados pelo Ministério a propor-se aos exames de Língua Portuguesa e de Matemática do 9.º, para tentarem concluir o 3.º ciclo e escapar assim ao novo limite da escolaridade obrigatória que já os abrangerá no próximo ano lectivo.

Para poderem concluir o 3º ciclo, e ficarem assim isentos da obrigação da permanecerem na escola até aos 18 anos, estes alunos teriam também que fazer exames de frequência a todas outras nove disciplinas curriculares do 9.º ano. Estas provas são realizadas a nível de escola. Segundo o Ministério da Educação, alguns obtiveram notas positivas nos exames de Língua Portuguesa e Matemática, mas apesar disso nenhum acabou por conseguir concluir o 9.ºano.

Estes alunos fizeram os exames na 2.ª chamada, que no 9.º ano tem um carácter excepcional. Podem também recorrer a esta leva os estudantes que, por razões de saúde, tenham faltado à primeira chamada. O número de provas correspondeu a 0,5 por cento dos quase 90 mil inscritos para os exames nacionais do 9.º ano. 

Da primeira para a segunda chamada a média dos exames desceu de 56 para 46 por cento a Língua Portuguesa e de 50 para 28 por cento a Matemática. 

No ensino secundário realizou-se hoje a prova da segunda fase de Biologia e Geologia, uma das quatro disciplinas mais concorridas. Compareceram no exame 74,2 por cento dos 34210 inscritos. Na primeira fase realizaram a prova 38949 alunos. A média total de exame foi de 9,6. Esta classificação está muito abaixo dos 14 de média com que os alunos internos foram a exame. O Ministério teme explicado estas diferenças com as classificações obtidas na prova pelos alunos que se autopropõem a exames. Estes estudantes já não estão a frequentar as aulas e, em muitos casos, foram chumbados pelos seus professores. Mas no exame de Biologia e geologia a sua média foi de 9,1, enquanto a dos alunos internos foi de 9,6.

Com a excepção de 2008, a média nesta disciplina tem-se mantido abaixo de 10 desde há quatro anos. Uma razão possível para estes maus resultados, segundo João Oliveira, da Associação Portuguesa de Professores de Biologia e Geologia: “Estes exames requerem da parte dos alunos um exercício crítico para o qual não estão treinados". 

Só amanhã que esta associação divulgará o seu parecer sobre a prova da segunda fase. 

fonte_http://www.publico.pt/

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22
Dez 11
22
Dez 11

Portugal precisa de continuidade nas políticas educativas - Pais

Portugal precisa de «continuidade nas políticas educativas», disse hoje à Lusa, Maria José Viseu, porta-voz da Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE).

 

Numa reação ao relatório do Conselho Nacional de Educação (CNE), que terça-feira recomendou ao governo uma continuidade nas políticas educativas, a porta-voz lembrou que a CNIPE sugeriu, há cerca de três anos, a criação de um pacto educativo à semelhança do que foi feito para a justiça.

«Há uma necessidade de haver uma certa coerência, de haver uma continuidade nas políticas educativas senão continuamos a ter uma manta de retalhos onde ninguém se entende e compreende o que é a educação deste país», afirmou.

fonte:Diário Digital / Lusa 

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21
Dez 11
21
Dez 11

Aumenta insucesso escolar

São cada vez mais os alunos que reprovam no Secundário, não conseguindo, por isso, frequentar o ano correcto para a sua idade. O Conselho Nacional de Educação (CNE) elaborou um relatório onde retrata uma década de educação em Portugal, e os resultados indicam que o desvio etário para o 10º, 11º e 12º agravou-se no ano lectivo de 2009/2010.

A descida mais significativa ocorre no 12º ano, com mais de metade dos alunos do sexo masculino a frequentarem outros anos. O relatório revela que com 17 anos, no ano lectivo de 2008/2009 havia 48% de alunos no 12º ano. Um ano depois, esse valor baixou para 45%.

Nas alunas, embora os resultados sejam melhores, também se verificou uma descida das que nunca reprovaram. No 12º ano, o grupo das alunas com 17 anos – idade ideal para frequentar o último ano do Secundário – desceu de 57%, em 2008/2009, para 55%, em 2009/2010.

Assim só metade dos estudantes com 17 anos estavam no 12º ano. Na outra metade, 30% frequentavam o Secundário, mas no 10º e 11º ano. Dez por cento eram estudantes no Ensino Básico e os restantes 10% tinham abandonado a escola. Este indicador permite concluir que com a obrigatoriedade de frequentar a escola até aos 18 anos, haverá um acréscimo de 10% de alunos.

Estes dados integram os cursos profissionais e os cursos de aprendizagem. Os resultados pioram quando comparados com dados que apenas referem os cursos científico-humanísticos e tecnológicos do Secundário, e que estão no quadro em baixo.

Na análise distrito a distrito, verifica-se que o Norte apresenta melhores resultados na conclusão do Básico e Secundário, factor que permite melhores classificações no acesso à universidade. Segundo o CNE "as regiões com maior incidência de desvio etário são, em boa parte, aquelas que apresentam proporções mais elevadas de alunos nos níveis mais baixos da escala de classificação", nas provas de aferição e exames nacionais.

Em 2010, os portugueses com idades entre os 25 e os 64 anos com o 12º ano eram 31,9%. Em 2000, esse valor era de 19,4%.

PROFESSORES MAIS VELHOS

Há um envelhecimento dos professores em todos os níveis do ensino, revela o último relatório do Conselho Nacional de Educação, sendo superior o número de docentes com mais de 50 anos, face aos que têm menos de 30. Os educadores de infância com menos de 30 anos são hoje cerca de dois mil, enquanto os que já fizeram 50 anos são três mil.

No Ensino Básico e Secundário, a diferença é ainda mais representativa: os mais novos são 14 mil, enquanto que os professores com mais de 50 anos são 40 mil.

Igual tendência é verificada no Ensino Superior público e privado. São dois mil os professores com idades inferiores a 30 anos e 11 mil os com mais de 50 anos.

Albino Almeida, que integra o painel de conselheiros, entende que o envelhecimento do corpo docente prejudica a qualidade do ensino. "Os professores com mais de 55 anos não têm as condições ideais para estar numa sala de aulas", referiu o também presidente da Confederação Nac. das Associações de Pais (Confap).

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/d


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20
Dez 11
20
Dez 11

Troika pede cortes de 380 milhões na Educação

Novas metas da troika para a educação implicam uma redução da rede escolar e cortes no pessoal.

O documento aponta para uma centralização da oferta, redução e racionalização das transferências para as escolas privadas com contratos de associação e uma maior utilização de fundos comunitários para financiar atividades na área da Educação.

O texto, hoje divulgado, diz que o Governo vai continuar a trabalhar para combater a baixa escolaridade e o abandono escolar precoce, melhorando a qualidade do ensino secundário, a via vocacional e a formação, com vista a aumentar a eficiência no setor, a qualidade do capital humano e a entrada no mercado de trabalho.

Para estes objetivos, o Governo vai estabelecer um sistema de análise, monitorização, avaliação e informação para apurar a evolução dos resultados e impactos das políticas de educação e formação, nomeadamente os planos já existentes.

As ações para melhorar a qualidade do ensino passam por generalizar acordos de confiança entre o Governo e as escolas públicas, no sentido de uma ampla autonomia, um quadro de financiamento simples, baseado em critérios de desempenho, evolução e prestação de contas.

Preconiza-se também para as escolas profissionais e particulares com contratos de associação um quadro claro de financiamento fixo por turma e mais incentivos ligados ao desempenho.

O reforço do papel de supervisão da Inspecção-Geral está igualmente previsto.

O Governo deve ainda apresentar um plano de ação destinado a assegurar a qualidade, atratividade e relevância da educação no mercado de trabalho e formação profissional, através de parcerias com 60 empresas ou outros parceiros interessados.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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18
Dez 11
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Dez 11

Governo quer punir pais por mau comportamento dos filhos na escola

A partir do próximo ano lectivo, os pais dos alunos indisciplinados ou com faltas em excesso passarão a ser responsabilizados pelo comportamento dos filhos na escola.

Esta é uma das principais alterações que o Governo e os grupos parlamentares do PSD e do CDS pretendem introduzir ao Estatuto do Aluno, cuja revisão está a ser preparada pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC). A medida conta com o aval dos directores de escolas.

O MEC sustenta que "não é possível agora adiantar pormenores sobre o sentido das alterações" que estão a ser preparadas. No mês passado, o secretário de Estado da Educação, João Casanova de Almeida, que é responsável por este processo, defendeu a responsabilização dos pais e indicou que o ministério pretende concluir a revisão antes da Primavera, de modo a que novo Estatuto do Aluno possa entrar em vigor já no próximo ano lectivo.

fonte:http://www.publico.pt/

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