30
Jun 11
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Jun 11

Professores terão prova de acesso à carreira

O Governo de Pedro Passos Coelho vai simplificar o Estatuto da Carreira Docente e introduzir uma prova de acesso à profissão que integre no sistema apenas "os mais bem preparados", segundo o programa hoje entregue no Parlamento.

No documento lê-se que o Governo pretende motivar e desenvolver os recursos humanos da educação e vai, para isso, lançar um programa de formação com dois objectivos em vista.

Pretende, por um lado, "a simplificação do Estatuto da Carreira Docente a par do estabelecimento de medidas que reforcem as competências dos directores de escola".

Por outro lado, vai avançar com a "realização de uma prova de avaliação de conhecimentos de acesso à profissão" com o objectivo de fazer uma "selecção inicial de professores que permita integrar no sistema os mais bem preparados e vocacionados".

 

O Governo pretende ainda “reforçar a autoridade do professor” e “valorizar profissionalmente os docentes através de um investimento na formação contínua”.  

 

O Governo PSD/CDS-PP quer, segundo consta no programa, aumentar o sucesso escolar nos 2.º e 3.º ciclos pretendendo, para isso, reduzir a dispersão curricular do 3.º ciclo e a "erradicação do abandono escolar em idades inferiores a 15 anos com sinalização dos alunos em risco e intervenções articuladas a nível local".

O Ministério de Nuno Crato pretende também "apostar fortemente no ensino técnico e na formação profissional", seja ao nível do ensino secundário, com uma "grande aposta" num sistema de formação que articule a formação teórica das escolas e a formação prática das empresas, seja ao nível empresarial com as empresas a serem "incentivadas a apoiar os perfis profissionais" e a ajudar na formação prática.

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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29
Jun 11
29
Jun 11

Educação: provas de avaliação fora do Ministério de Nuno Crato

O Governo PSD/CDS-PP vai generalizar a avaliação nacional, passando a haver provas nacionais para os 4.º, 6.º, 9.º, 11.º e 12.º anos, segundo o programa hoje entregue no Parlamento.

O Executivo de Pedro Passos Coelho quer uma "cultura de transparência orientada para resultados" e, para isso, vai avançar na "definição de metas para a redução do abandono escolar, melhoria do sucesso escolar em cada ciclo de ensino e aumento da empregabilidade dos jovens".

O documento prevê a "generalização da avaliação nacional: provas para o 4.º ano; provas finais de ciclo nos 6.º e 9.º anos, com um peso na avaliação final; exames nacionais no 11º e 12º anos".

Por outro lado, vai ser criado um "sistema nacional de indicadores de avaliação da Educação, em linha com as melhores práticas internacionais, garantindo transparência e confiança aos cidadãos e incentivando as famílias a tomar decisões mais informadas no exercício da sua liberdade de escolha".

O executivo pretende "desenvolver e consolidar uma cultura de avaliação a todos os níveis do sistema de ensino" e vai, para isso, criar "uma unidade autónoma e independente, com competências científicas em várias áreas, de forma a conceber a aplicar provas e exames nacionais validados, fiáveis e comparáveis". Tal medida poderá significar a extinção do actual Gabinete de Avaliação Educacional (GAVE), como muitas vezes o agora ministro da Educação, Nuno Crato, defendeu.

Está igualmente prevista mais estabilidade, autonomia técnica e funcional ao serviço de provas e exames nacionais, bem como a implementação de "uma política de avaliação global, incidindo não apenas sobre os professores, mas também sobre a escola, os alunos e os currículos".

Por outro lado, o Governo vai rever o modelo de contratualização da autonomia das escolas, passando este a assentar "em objectivos e incentivos definidos pelo Ministério e pela comunidade escolar, de forma a que as escolas se possam abrir a projectos educativos diferenciados e credíveis".

Em matéria de credibilização, o Programa Novas Oportunidades é também um alvo e o programa do Governo prevê a sua reestruturação "com vista à sua melhoria em termos de valorização do capital humano dos portugueses e à sua credibilização perante a sociedade civil".

O programa do Governo prevê o desenvolvimento e o aperfeiçoamento do ensino pré-escolar através do alargamento da rede, "que constitui um factor de equidade no progresso educativo dos alunos", e da aposta na articulação entre o ensino pré-escolar e o ensino básico.

Por outro lado, PSD e CDS-PP querem melhorar a qualidade das aprendizagens no 1.º ciclo, objectivo que será cumprido através do reforço da aprendizagem do Português e da Matemática, da reavaliação e ajustamento do Plano Nacional de Leitura ou da avaliação das actividades de enriquecimento curricular.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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26
Jun 11

Fuga do privado? Grandes colégios de Lisboa e Porto "estão lotados"

A Associação de Escolas do Ensino Particular e Cooperativo (Aeep) admite a existência de uma crescente procura de escolas públicas em detrimento das particulares, mas apenas fora dos grandes centros urbanos, uma vez que em Lisboa e no Porto os grandes colégios continuam "lotados".

 

João Muñoz, da Direcção da Aeep, diz que nas duas maiores cidades "essa tendência não existe" e que os principais colégios "estão com lista de espera", reconhecendo que fora dos "grandes centros urbanos" talvez possa existir uma tendência para os pais procurarem escolas públicas em vez das privadas.

No entanto, o responsável não acredita num movimento generalizado de mudança de alunos para a rede pública: "Em alturas de crise, para os pais, a educação dos filhos torna-se ainda mais prioritária, porque olham para a educação como o melhor contributo que podem dar para ajudar os filhos a construírem uma vida melhor". 

fonte:http://www.publico.pt/E

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26
Jun 11

Há mais pais de crianças do pré-escolar a inscreverem os filhos nas escolas públicas

Directores de escolas da rede pública dizem que a procura aumentou em relação a anos anteriores. Explicação pode estar na crise económica.

É sobretudo no pré-escolar, mas também nos 1.º e 5.º anos de escolaridade que algumas escolas da rede pública estão a registar, em relação a anos anteriores, um acréscimo nas inscrições de alunos e no número de crianças em lista de espera para os jardins-de-infância. Há directores de escolas que admitem que a situação económica pode estar a levar alguns pais a procurarem estabelecimentos públicos em vez dos privados. 

As inscrições para o pré-escolar na rede pública terminaram na maioria das escolas na passada segunda-feira e muitos estabelecimentos estão já lotados e com extensas listas de espera. Nalguns casos, as listas de espera para a colocação de crianças em jardins-de-infância aumentaram apenas ligeiramente, noutras para o dobro. 

"Não tenho dúvida de que os pais estão a procurar mais o público por causa das condições económicas", diz Luís Fernando Costa, director do Agrupamento de Escolas Fernando Pessoa, em Lisboa, onde este ano se registou um "acréscimo ligeiro" no número de inscrições no pré-escolar mas também nos 1.º e 5.º anos de escolaridade. "Tive o caso de uma mãe que teve a filha quatro anos num colégio e que este ano queria transferi-la para a nossa escola, porque financeiramente não conseguia mais", conta.

Já o Agrupamento de Escolas Eugénio de Castro, na zona urbana de Coimbra, recebeu mais do dobro das inscrições registadas no ano passado para o pré-escolar. No entanto, a subdirectora do agrupamento, Arminda Maria Gonçalves, é mais cautelosa na análise dos números. "Não sabemos os motivos exactos que poderão explicá-lo, mas é um facto que este ano houve uma procura muito maior", realçou.

A Associação de Escolas do Ensino Particular e Cooperativo admite que poderá haver uma maior procura dos estabelecimentos públicos em detrimento dos privados, mas apenas fora dos grandes centros urbanos, já que em Lisboa e no Porto os colégios mais concorridos continuam "lotados".

Em Lisboa, no entanto, o Agrupamento de Escolas Fernando Pessoa não é o único a registar um aumento no número de inscrições. No Agrupamento de Escolas Gil Vicente, a direcção notou este ano uma procura maior no pré-escolar, mas também nos 1.º e 5.º anos de escolaridade, sendo que alguns destes casos envolvem pais que tinham os filhos a estudar em colégios privados e que agora pretendem transferi-los para a escola pública. 

Também o Agrupamento de Escolas Humberto Delgado, em Torres Vedras, e o Agrupamento Inês de Castro, em Coimbra, registaram "aumentos ligeiros" na procura para a componente pré-escolar. "Temos sempre uma grande lista de espera, mas este ano a tendência é de crescimento na procura das inscrições. Notamos sobretudo no pré-escolar e no 1.º ciclo de ensino", disse ao PÚBLICO a presidente da comissão administrativa provisória do agrupamento, Maria Isabel Filipe.

A falta de espaços para creches e uma procura sempre superior à oferta são problemas comuns aos agrupamentos da rede pública com componente pré-escolar. O relatório da avaliação externa das escolas de 2009-2010, agora divulgado pela Inspecção-Geral de Educação, identifica a "sobrelotação de alguns estabelecimentos" e a "insuficiência de salas para a educação pré-escolar" como dois dos maiores constrangimentos da rede, "o que se repercute na existência de crianças em lista de espera".

fonte:http://www.publico.pt/E

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23
Jun 11

Quase um terço dos bolseiros apoiados pelo Estado não provou que fez o doutoramento

Quase um terço dos bolseiros que receberam apoio para o seu doutoramento em 2009 “não cumpriram com a obrigação de envio de cópias das teses” e a entidade que atribuiu o dinheiro não suscitou “a sua regularização”. Em causa estão, segundo os resultados de uma auditoria da Inspecção-Geral de Finanças (IGF), 1432 bolseiros e apoios de 91,2 milhões de euros.

 

A IGF não identifica a entidade em questão no relatório de actividades de 2010, limitando-se a referir que fez uma auditoria às despesas de investimento “na área da ciência e tecnologia”, presumindo-se por isso que seja a Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Os gastos com apoios financeiros ao fomento da ciência e tecnologia totalizaram os 437,5 milhões de euros em 2009 e, segundo a IGF, “não se encontravam previstas penalizações financeiras em caso de desistência dos bolseiros para doutoramento”.

A auditoria aos auxílios públicos na área da Acção Social Escolar concluiu ainda que “a despesa pública com bolsas de estudo a estudantes do ensino superior público e privado atingiu os 122,7 milhões de euros”, tendo sido atribuídas 79.935 bolsas.

A IGF detectou, no entanto, que “a plataforma informática que agiliza o processo de atribuição de bolsas de estudo ainda não abrange todos os estabelecimentos de ensino superior” e que “o sistema de controlo interno dos apoios sociais revelou algumas insuficiências, nomeadamente, incorrecções nos apoios concedidos e na determinação e apuramento do rendimento global do agregado familiar”.

O relatório da IGF lembra ainda que “no ano lectivo de 2010/2011 foi adoptado um único regulamento e normas técnicas nacionais que uniformizam os critérios de atribuição de bolsas de estudo”.

fonte:http://www.publico.pt/

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23
Jun 11

Primeira doutoranda em Turismo pela Universidade do Algarve defende tese na sexta feira

«Ensino Superior em Turismo: Satisfação e Empregabilidade» é o tema da tese de doutoramento que será defendida por Sofia Teixeira Eurico esta sexta feira, 24, às 10:00 horas, no auditório do edifício 9 da Faculdade de Economia da Universidade do Algarve. 

Mestre em Estudos Portugueses Interdisciplinares, pela Universidade Aberta, Sofia Teixeira Eurico é doutoranda da primeira edição do programa de doutoramento em Turismo da Faculdade de Economia da Universidade do Algarve e docente da Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar, do Instituto Politécnico de Leiria. 

Foi a Universidade do Algarve, através da Faculdade de Economia, a primeira universidade portuguesa a ministrar um programa de doutoramento em Turismo com parte letiva, cuja 1ª edição teve início em 2007/2008. 

“Este programa, que emerge num novo contexto turístico, onde estão presentes novas exigências da procura e novos desafios para as organizações e destinos turísticos, procura responder às necessidades do sector num contexto de elevada competitividade”, refere a UAlg. 

A tese de Sofia Eurico aborda o problema da inserção profissional de diplomados do Ensino Superior em Turismo pela importância que este tema tem vindo a ganhar no âmbito das relações entre o mercado de trabalho e os estudantes graduados. 

O enquadramento teórico proveniente do turismo, do ensino superior em turismo, da satisfação do consumidor, da qualidade e da empregabilidade constituirão o principal referencial desta investigação. 

O seu objetivo primordial foi o de avaliar “até que ponto um modelo de satisfação do consumidor pode ajudar a entender e a optimizar o serviço prestado pelas instituições de ensino superior, por forma a corresponder/superar as expetativas e perceções do profissional/diplomado em turismo”.

fonte:http://www.regiao-sul.pt/
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22
Jun 11

Dez mil alunos faltaram à prova de Português do 12º ano

Mais de 10.000 alunos do 12.º ano faltaram na tarde de segunda-feira ao exame nacional de Português, para o qual estavam inscritos 78.022 estudantes, segundo os dados hoje disponibilizados pelo Júri Nacional de Exames.

 

Marcaram, assim, presença na primeira fase 67.893 alunos, ou seja, 87 por cento do total de inscritos.

Os 10.129 alunos que não compareceram têm a possibilidade de fazer exame na segunda fase, daqui a um mês.

Durante a manhã, a prova de Língua Portuguesa do 9.º ano registou uma adesão de 99 por cento entre os alunos inscritos.

fonte:http://www.publico.pt/Ed

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Biologia e Geologia com 67 por cento de presenças

Apenas 67 por cento dos alunos inscritos para o exame nacional de biologia e geologia do ensino secundário realizaram a prova da primeira fase, na terça-feira, segundo os dados do Júri Nacional de Exames, hoje divulgados.

 

Entre 57.412 inscritos, de acordo com os dados definitivos, compareceram na primeira fase do exame 38.250 alunos, verificando-se 19.162 faltas.

Ao exame de matemática aplicada às ciências sociais faltaram 1.324 alunos. O exame foi realizado por 7.681 estudantes, 85 por cento do total.

A História B, compareceram 76 por cento dos alunos inscritos (958 presenças), enquanto a primeira fase de História e Cultura das Artes registou uma adesão de 66 por cento (3.370 alunos).

Esta manhã, decorreu o exame de matemática do 9.º ano, no qual são esperados 95.095 alunos, segundo os números provisórios divulgados pelo Ministério da Educação.

fonte:http://www.publico.pt/

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Sociedade Portuguesa de Matemática diz que exame do 9.º ano tem exigência abaixo do desejável

Primeiro os elogios: “O exame que hoje se realizou é equilibrado e cobre adequadamente o programa.” No parecer que acaba de divulgar sobre o exame nacional de Matemática do 9.º ano do ensino básico, realizado esta manhã, a Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM) acrescenta, contudo, que a prova devia ser mais exigente.

 

“As questões que avaliam conteúdos do 7.º ano poderiam ter um grau de dificuldade mais elevado (itens 5 e 9), apesar de se confirmar este ano o desaparecimento de questões de puro bom senso e de resposta imediata que nada avaliavam e que caracterizaram infelizmente este exame entre 2007 e 2009”, diz a SPM.

Mas se é certo que se nota um ligeiro aumento na complexidade das questões mais selectivas – o que terá dificultado a vida dos alunos que queriam ter a nota máxima – há, no entanto, que dar alguns passos no sentido de tornar esta prova mais “adequada à avaliação dos conhecimentos que os alunos devem alcançar no final da escolaridade obrigatória”, entende a SPM. “Fica ainda em termos de exigência abaixo do que consideramos desejável.”

Positivo é o facto do enunciado ter perdido “a contextualização excessiva que pautou esta prova em anos anteriores”, acrescenta o mesmo parecer. “Tal como temos vindo a defender, o condicionamento abusivo dos enunciados a determinados contextos constitui um elemento distractivo que dificulta o ensino e a avaliação dos métodos e procedimentos matemáticos que se pretendem realizar.”

Para o exame desta manhã estavam inscritos mais de 97 mil alunos, segundo dados provisórios do Ministério da Educação.

fonte:http://www.publico.pt/

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22
Jun 11

Mais de 95.000 alunos esperados no exame de Matemática

Mais de 95.000 alunos são esperados hoje para o exame nacional de Matemática do 9.º ano, correspondente à primeira fase.

Depois do exame de Língua Portuguesa, na segunda-feira, os estudantes do básico que tenham respondido à primeira chamada ficam hoje livres para férias.

Os alunos do ensino secundário também já estão de férias, mas têm ainda de realizar exames.

Para os mais novos encerra hoje oficialmente o ano letivo.

Na segunda-feira, realizou o exame de Língua Portuguesa a quase totalidade dos alunos inscritos na primeira fase.

Hoje são esperados 95.095 alunos no exame nacional de Matemática.

fonte_:Lusa

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